Quem ensina
Gislene Maria — modelista e fundadora do Costuragi
25 anos de máquina. 1 nicho dominado. Uma peça que virou referência.
A Gi não é influencer que aprendeu costura por curso online.
Começou aos 15 anos cortando peça em fábrica. Virou modelista — a profissional que desenha e valida o molde antes de qualquer costura. Trabalhou com moda adulta, com enxoval, com noiva.
Já tinha a máquina em casa há anos quando, na pandemia, decidiu profissionalizar o ateliê. Começou com um macacão safari. Fez sucesso. Foi aí que percebeu o buraco do mercado: costura personalizada infantil com foco em menino. Ninguém estava fazendo. Toda mãe de menino virava cliente fiel porque não tinha para onde ir.
Com o Safari firmado como carro-chefe, a Gi foi somando peças: vieram as versões curta, o chapéu, o cinto. E, depois, o Aviador — o macacão com viés contrastante, fivela metálica e bolso frontal que levou o acabamento do ateliê para outro nível e abriu um ticket médio mais sofisticado. É a peça que hoje as alunas mais pedem para aprender depois do Safari.
Hoje:
- 🎯+5.000 peças entregues no
@ateliedagiinfantil
- 👩🏫+700 alunas formadas no Costuragi em +3 anos
- 📱+30.000 mães e clientes acompanhando o ateliê
@ateliedagiinfantil
- 🧵+14.000 costureiras e ateliês acompanhando a escola
@costuragi
- 🏆Referência declarada em costura personalizada infantil masculina no Brasil
Eu não ensino o que achei bonito. Eu ensino o que testei 5.000 vezes na máquina do ateliê.
— Gislene Maria, fundadora do Costuragi